Não debocha de mim assim
Não faz assim assim
Não me mata assim
Que sou te amante.
Repete assim comigo
Me chama de novo amigo
Já que não posso ser namorado.
Debocha de mim assim
Faz assim assim
Me mata assim assim
Que sou teu errante
Teu cego dançante
Teu mau, sofredor.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Maldições a Mahler
A Charles Bukowski, que mesmo morto, provavelmente salvou minha vida.
Cidade cinza
Verdades galhos foscos
Curvados de seu peso,
na direção onde meus olhos apontam.
bad paulistana.
As sinfonias dos céus
agradeço a vida que é.
E não poderia deixar de ser.
Já que não há porquês.
Revoltado repousa
de headphones acústicos
em sua cama de suor
para que não seja seu leito
e que siga reto,
sem soar nas curvas.
[incompleto]
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Os Senhores II
Para o desgraçado que inventou os sonetos.
Aqui nada muda.
Os vasos são os mesmos
E as flores secam.
Para comprarmos outras, novas, vivas.
Aqui tudo irrita.
Tudo se quer saber,
Nada se sabe.
Aqui não tem portas.
Tudo é extraído,
explorado,
morto.
Saudosa solidão,
de MEUS porres
e MINHA vida.
Os Senhores : http://andreyarnauty.wordpress.com/2010/09/02/os-senhores/
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