Para o desgraçado que inventou os sonetos.
Aqui nada muda.
Os vasos são os mesmos
E as flores secam.
Para comprarmos outras, novas, vivas.
Aqui tudo irrita.
Tudo se quer saber,
Nada se sabe.
Aqui não tem portas.
Tudo é extraído,
explorado,
morto.
Saudosa solidão,
de MEUS porres
e MINHA vida.
Os Senhores : http://andreyarnauty.wordpress.com/2010/09/02/os-senhores/
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